quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Nas despedidas...


nas despedidas
há sempre um alguém que chora e sofre mais
com ou sem lágrimas vertidas
porque o toque de magia de um outro ser
originou emoções ensandecidas
carreadas em desejos de infinito 
num ruflar leve de asa de cetim...

depois a brisa sopra um subtil aroma 
engolido pela noite 
numa reminiscência vaga, muito vaga,
de esquecido jasmim

2 comentários:

  1. Algumas brisas trazem a semente, outras despetalam as flores que nasceram, o perfume fica...

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  2. Até esse o vento leva, esparze e dissolve pelo espaço...

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